Herdeiro do Reino

Ó tu, herdeiro do reino celeste, por que dormitas tão perto do lar?
Rompe as cadeias que ao mundo te prendem! Vem logo a Cristo que te há de salvar!

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Curso de Evangelismo de Saúde

À medida que a agressão religiosa destruir as liberdades de nossa nação, os que quiserem permanecer ao lado da liberdade de consciência serão colocados em situações desfavoráveis. Em seu próprio interesse, devem eles, enquanto têm oportunidade, tornar-se entendidos com respeito às doenças, suas causas, maneira de evitá-las e a cura. E os que isto fazem encontrarão um campo de trabalho em qualquer parte. Haverá sofredores, quantidade deles, que necessitarão de auxílio, não só entre os de nossa própria fé, mas principalmente entre aqueles que não conhecem a verdade.
Desejo dizer-vos que em breve nenhuma obra será realizada pelo plano ministerial senão a obra médico-missionária.
Eventos Finais, pág. 70

Curso de Evangelismo de Saúde

Você esta buscando o real propósito para sua vida? Está querendo fazer alguma coisa a mais para Jesus, mas não está sabendo como? Você talvez já sonhou ser um missionário no Amazonas? Talvez você tivesse o desejo de cuidar de pessoas em uma clínica, e assim atingir uma classe de pessoas que não poderiam ser alcançadas para o evangelho de nenhuma outra forma? Com este curso você vai aprender como o trabalho Médico Missionário pode abrir as portas para muitas almas e como você pode estar envolvido nisso.


Fund. Agape

Estamos oferecendo o Curso de Evangelismo de Saúde na Escola Missionária Ágape. Trata-se de um treinamento de 6 meses, acontecendo de 6 de junho a 3 de dezembro de 2011.  O curso ensina a aplicação dos remédios naturais, incluindo Hidroterapia e Massagem, bem como uma profunda compreensão de nutrição e do estilo de vida saudável. Várias atividades missionárias, como a Expo-Saúde, Clube de Saúde, pesquisas de porta em porta e viagens missionárias no Rio Negro são componentes que integram o curso. O custo é de R$ 220,00 por mês, incluindo hospedagem e alimentação. Em caso de dificuldade financeira, haverá a opção de trabalho dentro do projeto por um período de 6 meses alcançando uma bolsa integral. Procure saber os detalhes conosco.


Para mais informações veja o website:
http://www.evangelismodesaude.org/


P. S.: Envie esta mensagem para os seus amigos que podem ficar interessados neste curso.
A seara, na verdade, é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a Sua seara.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

O Dia da Expiação

Achamo-nos no grande dia de expiação, quando nossos pecados devem, pela confissão e o arrependimento, ir de antemão ao juízo. Deus não aceita agora um testemunho frouxo, sem vigor da parte de Seus ministros. Tal testemunho não seria verdade presente. A mensagem para estes dias precisa ser alimento a seu tempo para nutrir a igreja de Deus. Mas Satanás tem procurado gradualmente roubar o poder desta mensagem, para que o povo não esteja preparado para subsistir no dia do Senhor.
Em 1844 nosso grande Sumo Sacerdote entrou no lugar santíssimo do santuário celeste, para iniciar a obra do juízo investigativo. Os casos dos justos mortos têm estado a passar em revista diante de Deus. Quando esta obra se completar, o juízo deve ser pronunciado sobre os vivos. Quão preciosos, quão importantes são estes solenes momentos! Cada um de nós tem um caso impendente no tribunal celeste. Temos, individualmente, de ser julgados pelos atos praticados no corpo. No serviço simbólico, quando era efetuada a obra da expiação pelo sumo sacerdote no lugar santíssimo do santuário terrestre, requeria-se do povo que afligisse sua alma diante de Deus, e confessasse seus pecados, para que fossem expiados e apagados. Será exigido menos de nós neste dia antitípico de expiação, quando Cristo está intercedendo por Seu povo no santuário celeste, e deverá ser proferida a decisão final, irrevogável sobre cada caso?
Qual é nosso estado neste terrível e solene tempo? Ai, que orgulho prevalece na igreja, que hipocrisia, que engano, que amor ao vestuário, à frivolidade e ao divertimento, que desejo de supremacia! Todos esses pecados têm obscurecido a mente, de modo que as coisas eternas não têm sido discernidas. Não pesquisaremos as Escrituras, para sabermos onde nos encontramos na história deste mundo? Não nos tornaremos esclarecidos quanto à obra que se está efetuando por nós neste tempo, e a atitude que nós como pecadores devemos ter enquanto esta obra de expiação está em andamento? Se temos qualquer consideração pela salvação de nossa alma, precisamos fazer decidida mudança. Precisamos buscar ao Senhor com genuíno arrependimento; importa que, com profunda contrição de alma, confessemos nossos pecados, para que sejam apagados.
É preciso não ficarmos por mais tempo no terreno encantado. Aproximamo-nos rapidamente do fim do nosso tempo de graça. Indague cada alma: Como estou eu perante Deus? Não sabemos quão breve nosso nome pode ser tomado nos lábios de Cristo, e nosso caso ser finalmente decidido. Quais, oh! quais serão essas decisões! Seremos nós contados entre os justos, ou numerados entre os ímpios?  

EGW - Mensagens Escolhidas, vol. 1, pág. 124 - 126

1 Pedro 2:11

"Amados, exorto-vos, como a peregrinos e forasteiros, que vos abstenhais
das concupiscências da carne, as quais combatem contra a alma".
1 Pedro 2:11

PENSAMENTO:
Este mundo não é nosso destino; é nossa jornada! Há muitas coisas aqui
que podem nos distrair do nosso alvo e destruir nosso desejo de completar
nossa jornada. Esses desejos pecaminosos na verdade estão em guerra
conosco. Mas, através do poder do Espírito Santo, podemos dizer "NÃO!" e
viver com confiança e caráter diante do mundo que está preso às trevas e
precisa desesperadamente da luz de Deus.

ORAÇÃO:
Perdoe-me, santo Deus, por minha fraqueza com o pecado. Capacite-me,
todo poderoso Deus, para que possa crescer e chegar sempre mais perto do
Teu caráter e santidade. Ajude-me, amoroso Deus, a viver uma vida santa que
atraia meus amigos, família e vizinhos, para que possam vir a Te glorificar
também vivendo para o Senhor. No nome de Jesus eu oro. Amém.

http://www.iluminalma.com/dph/2/0406.html

domingo, 3 de abril de 2011

Ouça! Só Jesus Satisfaz!

Mais uma linda canção com o Eric. Também retirada de um dos sermões do seminário "Guerra dos Sentidos" do missionário Daniel Spencer.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Ouça! Daniel 11:41 - Gloriosa Controvérsia - Gui McConnell

Daniel 11:41 - Gloriosa Controvérsia

BREVE HISTÓRICO DA TRINDADE ENTRE OS ADVENTISTAS

BREVE HISTÓRICO DA TRINDADE ENTRE OS ADVENTISTAS

A maioria dos pioneiros e líderes do Movimento Adventista eram não trinitarianos. Hoje, a Igreja Adventista do Sétimo Dia oficialmente é trinitária. Pergunta-se como introdução para aguçar o pensamento. Eles estavam errados e nós estamos certos, ou eles estavam certos e nós estamos na linha da apostasia Ômega como dizem os opositores da trindade? Veremos neste breve histórico, se os Adventistas cresceram em sua compreensão a respeito da trindade, ou se eles perderam o rumo. Segundo a história Adventista, o assunto da trindade ocupa cinco distintos capítulos na vida da igreja. Cada capítulo desta história está marcado por atos claros e definidos. (Trinity, págs 190-203). São eles:

1 – O período onde o pensamento anti-trinitariano era dominante – 1846 – 1888.
Nesse período, a maioria dos líderes e escritores da Igreja [José Bates, Tiago White, Uriah Smith, mais tarde E.J.Waggoner, e outros] eram anti-trinitarianos, ou pelo menos pensavam assim. Apenas alguns deles advogavam e aceitavam o conceito de trindade. Não eram totalmente incrédulos com respeito a obra de Jesus e do Espirito Santo. Mas não conseguiam vê-los como pessoas distintas no trio celestial. Eles apresentavam seis razões porque não conseguiam ser trinitarianos.

a-) Eles não viam evidência bíblica de três pessoas na trindade.

b-) Eles não conseguiam ver a coerência na afirmação de que Jesus era o poderoso Deus e igual com o Pai.

c-) Eles achavam que acreditar na trindade era acreditar em três deuses. Por isso rejeitavam a ideia completa.

d-) Achavam que o conceito de trindade diminuiria a expiação de Cristo feita na cruz ao morrer pela humanidade. Pensavam que se Cristo era Deus eterno, então como Deus ele não morreu. E se o divino não morreu, concluíam, Seu sacrifício não foi completo.

e-) Compreendiam que as citações: "Ele é o começo da criação de Deus" e "Cristo o Filho de Deus" deviam indicar que ele não era eterno.

f-) Achavam que as citações que dizem que o Espirito Santo foi derramado sobre toda carne ou derramado em nosso corações indicavam que Ele não podia ser uma pessoa.

Obs: Se você analisar todas estas objeções, verá que embora sejam baseadas em textos bíblicos, nenhuma delas é contraditória a respeito da crença da trindade. (Ver The Trinity, pág. 190-194)

2 – O começo da insatisfação com o anti-trinitarianismo – 1888-1898
A conferência geral de Mineápolis gerou muita insatisfação a respeito da trindade. E.J.Waggoner um dos principais oradores deste evento, embora não fosse totalmente trinitariano escreveu: "Cristo tinha vida em Si mesmo. [João 10:17] Ele possui imortalidade em Si mesmo. Há uma divina unidade entre o Pai e o Filho. Cristo é por natureza da mesma substância de Deus. Ele tem vida em Si mesmo. Ele é chamado de Jeová, e existe por Si mesmo. Ele é igual ao Pai e tem os atributos de Deus" (Citado em Trinity, pág 195)

Neste período, em 1892, Samuel T. Spear escreveu um panfleto esclarecendo que a crença na trindade não era crer em três deuses. E apresentou um alinha de raciocínio semelhante a que advogamos hoje. No mesmo período Uriah Smith, que era também anti-trinitariano, escreveu o livro Looking Unto Jesus, rejeitando suas ideias anteriores de que Cristo fora criado. Embora continuasse crendo que unicamente Deus não teve começo, e que Jesus veio à existência por algum meio não conhecido. Mas não criado. Neste livro, Smith reconhece, embora parcialmente a existência da trindade.

3 – O paradigma mudado – 1898 – 1915

Neste período, aconteceu a maior virada do pensamento Adventista sobre a trindade. A mudança se deu pela publicação do Desejado de Todas as Nações em 1898. Ellen começa falando de Jesus, e no terceiro parágrafo solta a bomba: "Desde os dias da eternidade o Senhor Jesus Cristo era um com o Pai" DN, pág. 19. Ao comentar a ressurreição de Lázaro, vem outra afirmação inesperada: "Em Cristo há vida original, não emprestada, não derivada" DN, pág. 530. Mais na frente ela diz: "O Senhor veio da sepultura pela vida que havia em Si mesmo" DN pág. 785. A mudança parecia tão grande e chocante que M.L. Andreasen que tinha se tornado Adventista há apenas quatro anos aos 18 anos e estava no Seminário preparando-se para ser um pastor não acreditou que Ellen White tivesse escrito estas declarações. Ao entrar para o ministério em 1902, ele viajou até a Califórnia para conferir pessoalmente com a irmã White se aquelas declarações eram suas mesmo. Tudo foi confirmado dela para ele. No mesmo livro, Ellen White reconhece o Espírito Santo como a Terceira pessoa da Divindade e O chama de "Ele" (Ver DN. Págs 669-671). Sem sombra de dúvida, O Desejado de Todas as Nações foi um divisor de águas na compreensão do assunto da Trindade.

Aqui neste ponto, quero acrescentar alguns comentários sobre a posição de Ellen White sobre a questão da trindade. Muitos dos críticos atuais sobre o assunto, usam afirmar que Ellen White nunca apoiou a doutrina da trindade e, que os ASD têm violado suas declarações nas traduções e com isso tem forçado Ellen White a dizer o que ela nunca disse. Dizem mais que as mudanças do pensamento anti-trinitariano para trinitariano, se deram após sua morte. Especialmente após a conferência bíblica de 1919.

Seria isso verdade? Em que se baseiam para afirmarem isso? Vejamos um pouco mais de história:

Nesse período de mudança de pensamento, [1898-1915] aparece a figura do Dr. J.H. Kellogg. Ele escreveu o livro The Living Temple com a proposta de vender 500 mil cópias e empregar os recursos na reconstrução do Hospital que tinha destruído pelo fogo. A liderança da igreja a princípio aceitou a proposta, mas ao tomarem conhecimento do conteúdo do livro, o assunto pegou fogo. Ellen White a princípio, esteve calada. Mas chegou o momento de falar e falou como sempre com autoridade e bases bíblicas dizendo que o livro do Kellogg era uma negação da fé, era uma heresia espiritualista. (Ver Trinity, pág. 217) O livro é uma defesa aberta do panteísmo. Então, veja algumas da mais fortes citações da irmão White sobre a questão da trindade escritas exatamente neste momento de crise. Observe a sequência de datas.

"O obreiro de Deus é o agente através do qual a comunicação celestial é data, e o Espirito Santo dá autoridade divina para a palavra da verdade." RH, Abril 4, 1893 – (SDABC. Vol6, pág. 1053)

"As três grandes potestades do céu são testemunhas, são invisíveis, mas estão presentes." MS, 57. 1900 – (SDABC. Vol 6, pág. 1074)

"A obra é delineada frente a cada alma que tem confessado sua fé em Jesus Cristo mediante o batismo, e se tem convertido em um receptáculo da promessa que procede das três pessoas da divindade: O Pai, o Filho e o Espírito Santo." MS, 57, 1900 – (SDABC, Vol 6, pág. 1074)

"O Pai, o Filho e o Espírito Santo, poderes infinitos e oniscientes, recebem aqueles que verdadeiramente entram em relação de concerto com Deus. Eles estão presentes em cada batismo, para receber os candidatos que tem renunciado o mundo e tem recebido Cristo no templo da alma." MS 27, 1900 (SDABC, Vol 6, pág. 1075)

"Quando aceitamos a Cristo, e no nome do Pai e do Filho e do Espirito Santo prometemos servir a Deus, o Pai, Cristo e o Espírito Santo p Os três dignitários e poderes do céu – empenham-se a Si mesmos de que todas as facilidade nos serão proporcionadas, se cumprirmos nosso voto batismal..." MS 85, 1901 (SDABC, Vol 6, pág. 1075)

"O Pai, o Filho e o Espírito Santo, os três santos dignitários do céu, declararam que eles fortalecerão os homens para vencer os poderes das trevas..." MS 92, 1901 (SDABC, vol 5, pág 1110)

"Ele (Cristo) determinou dar seu representante, a terceira pessoa da Divindade. Este Dom não seria excedido..." SW Nov.28.1902 (SDABC, Vol 6 pág 1053)

Note o que ela escreveu quando o assunto do panteísmo de Kelloggs estava em pauta:

"Fui instruída a dizer: Os sentimentos dos que andam em busca de avançadas ideias científicas não são para confiar. Fazem-se definições como essas: O Pai é como a Luz invisível: O Filho é como a luz corporificada, o Espirito é a luz derramada. O Pai é como o orvalho, vapor invisível; O Filho é como o orvalho condensado em um bela forma; e o Espirito é como o orvalho caído sobre a sede da vida. Outra apresentação: O Pai é como o vapor invisível, o Filho como a nuvem plúmbea, e o Espírito é a chuva caída e operando em poder refrigerante. Todas estas definições espiritualistas são simplesmente nada. São imperfeitas, inverídicas... Deus não pode ser comparado a coisas feitas por Suas mãos. Estas são meras coisas terrenas... O Pai não pode ser definido por coisas da terra,

O "Virtualmente, tomamos um solene voto, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, que deste então, nossa vida se uniria na vida destas três grandes Agencias, que a vida que viveríamos na carne, deveria ser vivida em fiel obediência à sagrada lei de Deus." MS67, 1907. (SDABC Vol 1, pág 1120)

Neste período um dos destacados líderes e editor da mais importante revista dos ASD, a Review and Herald, F. M. Wilcox – um dos cinco depositários indicados por Ellen White para cuidar do patrimônio literário dela, escreveu uma síntese das crenças dos ASD. E no ano de 1913 [Note que Ellen White estava viva e não contradisse o que ele escreveu] Wilcox escreveu na Review: "Os Adventistas do Sétimo Dia crêem na Divina Trindade. Esta Trindade consiste do eterno Pai... O Senhor Jesus Cristo.... e o Espírito Santo, a terceira pessoa da Divindade." (Grifos acrescidos) (Trinity, Pág. 218)

Penso que Ellen White desde o começo tinha uma mentalidade trinitariana, uma vez que ela era um fiel Metodista e os Metodistas são trinitarianos, [mas os Metodistas não têm a mesma compreensão do assunto como o temos hoje.] Mas creio também que sua compreensão sobre o assunto foi se aprofundando à medida que Deus ia lhe proporcionando as visões. Assim como ela cresceu na compreensão do sábado, da porta fechada, da alimentação e de outros pontos fundamentais de nossa fé, ela cresceu também na compreensão da trindade.

Creio também que embora Ellen White tivesse alguma ideia diferente sobre determinado assunto, ela se submetia à vontade de Deus. Veja o que ela disse sobre isso: " Nessas cartas que escrevo e nos testemunhos que dou, eu apresento para vocês aquilo que o Senhor me apresentou. Não escrevo um artigo sequer, expressando minhas próprias ideias. Elas são o que Deus tem aberto para mim em visão." – Selected Messages, book I, p. 27)

4 – O declínio do anti-trinitarianismo. 1915-1946

Talvez por causa da declaração do Wilcox, o debate a respeito da trindade entrou pelo século XX provocando acaloradas discussões entre os ASD. Em 1919, o assunto da Cristologia e da relação de Cristo com Deus assumiram lugar de destaque. Note que apesar da declaração de Ellen White de que em Cristo há vida original, não emprestada e não derivada, alguns continuaram afirmando que Cristo era de alguma maneira derivado do Pai.(Ver Merlin Burt, Monografia da Andrews, 1996 págs 26,27 e 31)

Em 1930 os irmãos da Divisão Africana solicitaram que a Conferência Geral enviasse um documento para que eles pudessem apresentar ao governo nossas crenças. A Associação Geral enviou 22 crenças fundamentais que apareceram no Year Book de 1931. Entre as crenças aparece: "A Divindade ou Trindade" "Jesus é verdadeiramente Deus"

Em 1946 a Conferência Geral tomou um voto dizendo que nenhuma mudança de nossas crenças como aparecia no Manual da Igreja deveria ser feita a não ser por voto da Sessão da Conferência Geral. Isto era uma aceitação oficial da trindade pelos ASD.

5 – O domínio da crença da Trindade. – 1946 até o presente.

Em 1957 com a publicação de Questions on Doctrine a questão do uso de "O Trio celestial" foi aceita e propagada pelos ASD.

L.E. Froom publicou em 1971 o livro Movement of Destiny. Talvez podemos dizer que Froom foi o campeão de defesa da Trindade.

Mais recentemente, Fernando Canale escreveu um pequeno livro no qual ele defende que a compreensão que os ASD têm sobre Deus e a trindade, está baseada somente na Bíblia e não mesclada com a filosofia grega.

Finalmente em 1980 a Conferência Geral realizada em Dallas, votou as 27 crenças fundamentais dos ASD como aparecem no livro Nisto Cremos, dentre as quais está esboçada de forma clara, concisa e Bíblica a doutrina da trindade.

Um outro argumento que devemos apresentar àqueles que nos acusam de termos formalizado nossa apostasia como Igreja com o voto e a aceitação oficial da trindade em Dallas pelos ASD em 1980, é a sequência histórica sobre a aceitação oficial da doutrina da trindade pelos ASD, que talvez os críticos não conhecem. "O primeiro documento das crenças fundamentais dos ASD foi elaborado por Uriah Smith em 1872. Note que Smith era anti-trinitariano e neste período o pensamento da maioria era anti-trinitariano. Mas, assim mesmo houve fortes oposições e o documento não recebeu a aprovação oficial da igreja. Um segundo documento foi preparado em 1889, também por Uriah Smith. Como já estavam num estágio mais avançado de compreensão do assunto – veja a data – e Smith também tinha crescido, o documento agradou aos dois grupos: Os anti e os trinitarianos. O terceiro documento de nossas crenças foi escrito por F.M. Wilcox em 1931. Este foi o primeiro documento a receber o status oficial da Igreja. Em 1946 a Conferência Geral em sessão geral votou que o documento de nossas crenças de 1931 somente poderia ser mudado em sessão da Conferência Geral. Sendo assim, o documento de Dallas foi o quarto documento produzido pelos ASD, mas foi o segundo a receber a aprovação oficial da Igreja.

Percebemos que temos a resposta para a pergunta formulada no começo deste breve histórico. Notamos claramente que a rejeição que eles tinham da doutrina da trindade, derivava de mão de Deus guiando-os para longe de uma doutrina da trindade mesclada com ideias pagãs. Hoje, após diversos passos na direção certa, podemos afirmar que os ASD não estão cumprindo a profecia da apostasia ômega por crerem na trindade. Mas, pelo contrário, temos visto a mão de Deus guiando seus líderes, estudiosos, escritores e administradores na compreensão mais clara a respeito da trindade com base estritamente bíblica. Louvado seja o Senhor por isso. Amém.

Pr. Ivanaudo B. Oliveira (secretário da UNeB)

Obs.: ver matéria na Revista Adventista de agosto/2011 sobre a compreensão dos pioneiros da IASD referente ao assunto

terça-feira, 29 de março de 2011

O sábado será a pedra de toque da lealdade

Mediante os dois grandes erros – a imortalidade da alma e a santidade do domingo – Satanás há de enredar o povo em suas malhas. Enquanto o primeiro lança o fundamento do espiritismo, o último cria um laço de simpatia com Roma. Os protestantes dos Estados Unidos serão os primeiros a estender as mãos através do abismo para apanhar a mão do espiritismo; estender-se-ão por sobre o abismo para dar mãos ao poder romano; e, sob a influência desta tríplice união, este país seguirá as pegadas de Roma, desprezando os direitos da consciência. O Grande Conflito, pág. 588

E levou-me para o átrio interior da casa do Senhor; e eis que estavam à entrada do templo do Senhor, entre o pórtico e o altar, cerca de vinte e cinco homens, de costas para o templo do Senhor, e com os rostos para o oriente; e assim, virados para o oriente, adoravam o sol. Ezequiel 8:16

Ezequiel 20
v. 12 Demais lhes dei também os Meus sábados, para servirem de sinal entre
Mim e eles; a fim de que soubessem que Eu sou o Senhor que os santifica.
v. 20 E santificai os Meus sábados; e eles servirão de sinal entre Mim e vós para que saibais que Eu sou o Senhor vosso Deus.
v. 21 Mas também os filhos se rebelaram contra Mim; não andaram nos Meus
estatutos nem guardaram as Minhas ordenanças para as praticarem, pelas quais o homem viverá, se as cumprir; profanaram eles os Meus sábados; por isso Eu disse que derramaria sobre eles o Meu furor, para cumprir contra eles a Minha ira no deserto.

O sábado será a pedra de toque da lealdade; pois é o ponto da verdade especialmente controvertido. Quando sobrevier aos homens a prova final, traçar-se-á a linha divisória entre os que servem a Deus e os que não O servem. Ao passo que a observância do sábado espúrio em conformidade com  a lei do Estado, contrária ao quarto mandamento, será uma declaração de fidelidade ao poder que se acha em oposição a Deus, é a guarda do verdadeiro sábado, em obediência à lei divina, uma prova de lealdade para com o Criador. Ao passo que uma classe, aceitando o sinal de submissão aos poderes terrestres, recebe o sinal da besta, a outra, preferindo o sinal da obediência à autoridade divina, recebe o selo de Deus.
Até aqui, os que apresentavam as verdades da mensagem do terceiro anjo foram muitas vezes considerados como simples alarmistas. Suas predições de que a intolerância religiosa alcançaria predomínio nos Estados Unidos, de que a Igreja e o Estado se uniriam para perseguir os que guardam os mandamentos de Deus, foram declaradas sem fundamento e absurdas. Afirmou-se confiantemente que esse país jamais se poderia tornar outro que não o que tem sido: defensor da liberdade religiosa. Mas, ao ser a questão da obrigatoriedade da observância do domingo amplamente agitada, vê-se aproximar o fato há tanto tempo duvidado e descrido, e a terceira mensagem produzirá um efeito que antes não seria possível produzir. O Grande Conflito, pág. 605-606

Como os defensores da verdade se recusem a honrar o descanso dominical, alguns deles serão lançados na prisão, exilados, e outros tratados como escravos. Para a sabedoria humana, tudo isto parece agora impossível: mas, ao ser retirado dos homens o Espírito de Deus, o qual tem o poder de reprimi-los, e ao ficarem eles sob o governo de Satanás, que odeia os preceitos divinos, hão de acontecer coisas estranhas. Quando o temor e o amor de Deus são removidos, o coração pode tornar-se muito cruel.
Ao aproximar-se a tempestade, uma classe numerosa que tem professado fé na mensagem do terceiro anjo, mas não tem sido santificada pela obediência à verdade, abandona sua posição, passando para as fileiras do adversário. Unindo-se ao mundo e participando de seu espírito, chegaram a ver as coisas quase sob a mesma luz; e, em vindo a prova, estão prontos a escolher o lado fácil, popular. Homens de talento e maneiras agradáveis, que se haviam já regozijado na verdade, empregam sua capacidade em enganar e transviar as almas. Tornam-se os piores inimigos de seus antigos irmãos. Quando os observadores do sábado forem levados perante os tribunais para responder por sua fé, estes apóstatas serão os mais ativos agentes de Satanás para representá-los falsamente e os acusar e, por meio de falsos boatos e insinuações, incitar os governantes contra eles. O Grande Conflito, pág. 608

Como o sábado se tornou o ponto especial de controvérsia por toda a cristandade, e as autoridades religiosas e seculares se combinaram para impor a observância do domingo, a recusa persistente de uma pequena  minoria em ceder à exigência popular, fará com que esta minoria seja objeto de ódio universal. Insistir-se-á em que os poucos que permanecem em oposição a uma instituição da igreja e lei do Estado, não devem ser tolerados; que é melhor que eles sofram do que nações inteiras sejam lançadas em confusão e ilegalidade. O mesmo argumento, há mil e oitocentos anos, foi aduzido contra Cristo pelos "príncipes do povo". "Convém", disse o astucioso Caifás, "que um homem morra pelo povo, e que não pereça toda a nação." João 11:50. Este argumento parecerá conclusivo; e expedir-se-á, por fim, um decreto contra os que santificam o sábado do quarto mandamento, denunciando-os como merecedores do mais severo castigo, e dando ao povo liberdade para, depois de certo tempo, matá-los. O Grande Conflito, pág.608

A imposição da guarda do domingo por parte das igrejas protestantes é uma obrigatoriedade do culto ao papado – à besta. Os que, compreendendo as exigências do quarto mandamento, preferem observar o sábado espúrio em lugar do verdadeiro, estão desta maneira a prestar homenagem ao poder  pelo qual somente é ele ordenado. Mas, no próprio ato de impor um dever religioso por meio do poder secular, formariam as igrejas mesmas uma  imagem à besta; daí a obrigatoriedade da guarda do domingo nos Estados Unidos equivaler a impor a adoração à besta e à sua imagem. O Grande Conflito, pág. 448-449
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